"As esculturas de Marilia Fayh se alongaram, sem comprometer a ternura, a serenidade dos grupos, no afago materno e familiar.
Bronzes banhados com sutil esverdeado unitário. Ambientados em base complementária. Palco para coreografia espacial. Mesmo as estáticas talvez ao indicar que deveríamos retomar o sentimento afetivo, amor tão oposto à era robot... Solidária Marilia, também nós, ao indagar Paul Gauguin em seu grande painel nativo de despedida: "de onde viemos, quem somos, para onde vamos? (hoje no Museum of Fine Arts de Boston)."


Danúbio Gonçalves

 

"Marília é uma artista inquieta, dedicada, talentosa, com uma inclinação inata para a elegância. Sua mostra na Galeria Marisa Soibelmann é um bom exemplo do que pode fazer uma artista que não se preocupa em seguir modas, mas em encontrar sua maneira de ver e pensar a intimidade da mulher."


Armindo Trevisan

 
 
 
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